Inteligência artificial que entende áudio, texto e foto. Registra a visita, monta o pedido, guarda a memória de cada produtor, avisa o retorno na hora certa e organiza a rota da semana — enquanto o vendedor está na estrada. Com um painel e um aplicativo para o gestor e o agrônomo verem tudo.
O que foi conversado na visita não chega ao painel — fica no caderno, num áudio perdido, ou só na cabeça do vendedor.
O gestor não sabe o que foi combinado. O agrônomo não tem o histórico do talhão. O retorno prometido some. E a rota do dia é decidida no fim da tarde, no achismo. Cada ferramenta que resolveria isso é mais um sistema que o vendedor não abre — então este assistente mora onde ele já está: no WhatsApp.
Manda áudio, texto ou foto no WhatsApp, do jeito que já usa. Pode enviar a localização pelo pino do mapa.
Transcreve o áudio, lê a foto da lavoura e identifica a intenção — cadastrar, registrar, orçar, lembrar, consultar a rota.
Faz o registro no banco: produtor, visita com resumo, orçamento, safra, lembrete, rota. Várias ações numa mensagem só.
Responde em linguagem de conversa, curto e direto, no mesmo idioma em que o vendedor escreveu. O painel já reflete a mudança na hora.
Por conversa, com a localização pelo pino do WhatsApp. Avisa se já existe alguém parecido — não duplica cliente.
O áudio vira resumo estruturado: o que foi conversado, o próximo passo e o lembrete de retorno.
Itens, quantidade, unidade e condição de pagamento. Calcula o total quando há preço.
Cultura, área, produtividade e qual é a safra vigente — pra IA saber o momento do produtor.
Compara a foto com as pragas e doenças do catálogo, dá o nível de confiança e recomenda a confirmação de um agrônomo.
"O que o João pediu?" · "Quando foi minha última visita lá?" · "Já vi um caso assim?"
busca por significado, não só palavraDo catálogo da revenda. Sem catálogo, sugere por categoria e grupo químico, sem citar marca.
Como abordar e fechar com um produtor — usando o que ele já comprou, as visitas, o clima e casos parecidos de outros produtores.
Agora e próximos dias, por coordenada ou cidade. Grátis, via Open-Meteo.
"Me lembra de mandar a cotação quinta às 9h" → a mensagem chega na hora exata.
"Monta a rota de segunda com o João, a Marlene e o Anselmo" · "Passa o Ronaldo pra quinta".
"Qual minha rota amanhã?" → a sequência otimizada, com os lembretes de cada cliente.
"Quem tá sem rota?" → a lista de clientes que não estão em nenhuma rota.
Um resumo vivo de cada cliente — perfil, compras, objeções, pendências, gatilhos de compra.
"Cadastra o João, registra a visita e vê o clima lá" → faz as três, na ordem.
O vendedor grava um áudio de 40 segundos dirigindo. A IA transcreve e extrai visita, pedido e lembrete de uma vez.
Manda a foto da folha com o sintoma. A IA descreve o que vê e compara com o catálogo de pragas — sempre pedindo a confirmação do agrônomo.
Se o vendedor escreve em português, a IA responde em português. Se escreve em espanhol, responde em espanhol — do jeito da Argentina e do Paraguai. Ele nem precisa configurar nada.
Respostas curtas, de colega pra colega, sem jargão. E sabe qual "João" você quer quando tem três na carteira — pergunta em vez de chutar.
No painel, um assistente de voz de tela cheia. O gestor ou o agrônomo faz a pergunta falando, e o mesmo cérebro do WhatsApp responde — com a carteira do vendedor selecionado. Toque pra falar, e a resposta volta em áudio.
Cada revenda é um espaço fechado. Um vendedor só atende os produtores da própria empresa; um usuário amarrado a um vendedor só enxerga a carteira dele.
No WhatsApp, a IA responde no idioma em que o vendedor escreveu — português ou espanhol. Sem configuração, sem trocar de número.
Teto de uso por empresa e por vendedor por dia. Ao atingir, o assistente pausa e avisa o gestor — sem surpresa na fatura.
Ele usa o WhatsApp que já tem, com o número que já tem. O gestor e o agrônomo têm o painel — que também instala como app no celular.
Cadastramos o catálogo e a carteira de produtores, ligamos o WhatsApp, e em uma semana vocês acompanham a operação pelo painel — visitas, pedidos, rotas e o que cada agrônomo precisa ver do talhão.